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Blog com notícias e artigos sobre o que acontece em Sergipe e no Brasil. Atualizado pela jornalista Grace Melo. Formada em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo e pequisadora na área de Assessoria de Comunicação e Imprensa.
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grace.melo@uol.com.br
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“O São João está para o nordestino, assim como o Natal está para o resto do Brasil”. Do jornalista Evaristo Costa, apresentador do Jornal Hoje, durante a apresentação de sua maratona no São João do nordeste Escrito por Grace
às 16h15 |
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FORRÓ CAJU Nunca fui freqüentadora assídua do Forró Caju, ia uma vez a cada ano só para dizer que fui, mas este ano achei tudo melhor e já perdi as contas de quantas vezes passei por lá: organização, segurança, etc. Só tem uma coisinha na programação que está destoando da festa: as atrações Marcelo Déda e Edvaldo Nogueira. Esses dois, como cantores, são excelentes administradores públicos. E ainda tem quem critique o aprendiz de Frank Sinatra, Roberto Justus. FORRÓ CAJU II Gosto muito do cantor Alceu Valença e do seu repertório, mas nunca pensei que o show dele fosse tão ruim, pelo menos foi o que constatei este ano. O cara não cantava uma música inteira, enrolava o tempo todo e ainda saiu criticando as bandas de forró “eletrônico”. Prefiro o forró tradicional, mas ontem, no show da Banda Cavaleiros do Forró, não teve enrolação não. Tocaram muito, do começo ao fim. FORRÓ CAJU III Falando em Cavaleiros, ontem, na coluna do colega Cláudio Nunes, saiu uma crítica a respeito da banda cearense ser o destaque no jornal nacional que iria mostrar o Forró Caju ao vivo. Fiz, inclusive, um comentário concordando que deveria ser mostrada uma atração local, mas mudei de idéia. Infelizmente, se não tivesse uma banda de forró eletrônico, a massa não iria comparecer... O forró caju seria vendido como um show freqüentado por meia dúzia de gatos pingados. Assim que se encerrou o show elétrico, a multidão debandou. Triste realidade. Escrito por Grace
às 15h53 |
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Sexta-feira, no forró caju, após o termino do show da banda Calypso o locutor anunciou aos papais forroseiros que duas crianças, uma de dois e outra de quatro anos, tinham sido encontradas trancadas dentro de um carro. Foi pedido aos ‘responsáveis’ que pegassem as crianças no conselho tutelar. Escrito por Grace
às 14h47 |
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CAJU, ARARA, CARANGUEJO, PARAGAIO E POLÍTICA Quando comecei a escrever no blog, o assunto predominante era política. Acompanhava tudo o que acontecia em nosso Estado e publicava diariamente uma seleção do que julgava importante e de interesse público mas tenho me afastado do tema porque, as vezes, a ignorância parece ser o melhor caminho quando começamos a nos sentir escravos da deprimente sensação de impotência diante dos abusos a que o povo pobre é submetido. Panins et circensis, vamos nos distrair. Todo jornalista recém-formado pensa que vai mudar o mundo, mas a fase é transitória. Prefiro outros assuntos, a não ser que Francisco Gualberto volte a correr atrás de alguém com seu facão, ou faca, foice, serra elétrica. Aí eu não vou resistir e farei mais foto-montagens. Escrito por Grace
às 00h39 |
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Revirando o baú de memórias e relendo o texto sobre a minha profissão, lembrei o porque da efusiva paixão por esse belíssimos animais. Há cerca de 20 anos atrás, aportou em Aracaju um show itinerante com golfinhos e focas amestradas, coisa que jamais se repetiu. Eram os “Golfinhos de Miami” que nadavam numa enorme piscina, rodeada de uma arquibancada instalada no estacionamento em frente ao hiper Bompreço São José. Esta que vos escreve teve a honra e o privilégio de assistir aos inesquecíveis malabarismos dos animais mais ‘inteligentes’ do planeta (ficou estranho, mas deu pra entender né?), ganhei chaveirinho emborrachado em formato de golfinho que tinha guardado até dia desses, e não queria ir embora do lugar quando o espetáculo terminou. Aguardei ansiosamente o retorno de Flipper e Sissy a cada ano, mas eles nunca vieram. Tadinhos, imaginem golfinhos presos em uma piscina grande suficiente para que não morressem e pequena suficiente para caber em um grande caminhão, rodando pra lá e pra cá nas estradas brasileiras. Foto tirada na Africa do Sul, em Durban, durante um campeonato de surf. O campeonato teve de ser interropido porque os golfinhos insistiam em brincar nas ondas e não deixavam o pessoal surfar. Escrito por Grace
às 00h09 |
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O jornalista Cleomar Brandi nos enviou o seguinte e-mail: Colegas e amigos Recentemente, o nosso noticiário da Aperipê TV recebeu uma crítica infundada e contundente na página do Cinform assinada por Josailto Lima. Usei meu direito de resposta, que foi publicado. No entanto, tomei um susto ao ler a publicação, pois, em toda minha vida jornalística, nunca vi um direito de resposta ser "editado", "castrado" em algumas frases. Assim, para manter a linha ética do jornalismo viva, envio para todos o texto completo. Abração, Cleomar Segue então o direito de resposta sem edições a seguir: “Caro editor Algumas regras deveriam ser básicas para qualquer jornalista que faça do princípio da verdade o seu norte, leste ou sudeste. Assim, somente criticar um jornal impresso se for um seu leitor assíduo. Ou, o que é o caso, criticar um noticiário de tv se também for um telespectador constante. Fora disso, qualquer crítica vai se perder na aleivosia, que é irmã gêmea do jornalismo rasteiro. Surpreendeu-me uma nota publicada na última edição do Cinform, quando se diz que “O jornalismo da Aperipê TV anda rimando com omissão... a rede tem apresentado um jornalismo chapa branca, pautado na cobertura de eventos oficiais e matérias água-com-açúcar... o caso da dengue é o mais gritante... o noticiário não dá uma linha sequer sobre o famigerado mosquito... ainda dá tempo de fazer uma materiazinha” e por aí vai. Lá adiante, o editor se pergunta: “Será que é o espírito DIP da Rede Brasil permeando a “cabocla” rede local? Bem, primeiramente, “cabocla” com muito orgulho, morena com muito zelo. Segundo: aqui na Aperipê não fazemos “materiazinha”. É por isso que estranhamos tais críticas maledicentes, justamente na semana em que fomos comunicados, pela Rede Brasil, de termos sido a emissora com grande volume de matérias, produzidas pela equipe de Jornalismo da Aperipê TV, em rede nacional. Ou seja, mais ou menos duzentas inserções de matérias que foram assistidas em 23 estados da Federação. E o mais interessante nisso tudo é que, na cobertura diária que fazemos da cidade, foram muitas as matérias que tiveram como pauta justamente a dengue, matérias que foram exibidas em Sergipe e em toda a rede. Pena que as pessoas que criticam não costumem assistir nosso noticiário e nossa programação. Talvez estejam absortos, enlevados com as cenas de “Desejo Proibido” ou na dureza folhetinesca das “Cirandas de Pedras que vicejam por aí. Em nossa redação estão guardadas todas as pautas que fizemos não somente com a dengue, mas também com outros assuntos, como a onda de greve provocada por vários sindicatos e outras manifestações de protesto. Temos tudo isso em papel pautado e copiado em nossos arquivos. Talvez fosse de bom alvitre que o nobre editor se dignasse a nos fazer uma visita, provar um cafezinho, assistir algumas dessas matérias. Talvez isso resgatasse a memória perdida de quem não quer reconhecer o esforço de uma equipe de jornalismo. Uma pena. Quanto ao mais, tudo! Afinal, nessa terra, as pessoas sabem quem é quem no jornalismo Cleomar Brandi Diretor de Jornalismo (com muito orgulho) da Aperipê TV” Escrito por Grace
às 16h31 |