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Blog com notícias e artigos sobre o que acontece em Sergipe e no Brasil. Atualizado pela jornalista Grace Melo. Formada em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo e pequisadora na área de Assessoria de Comunicação e Imprensa.
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grace.melo@uol.com.br
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Não sei porque escolhi ser jornalista. Certo ano, acho que no primeiro semestre de 2001, me matriculei no vestibular da Unit para Arquitetura. Adoro desenhar, mas odeio matemática. Acordei tarde, perdi a hora do concurso e a aquitetura ficou pra trás; coisa de anjo da guarda. O que eu queria mesmo era trabalhar no mar, fazer bacharelado em biologia para me especializar em biologia marinha e estudar os golfinhos. Quando soube que teria de estudar anatomia e futucar os cadáveres da UFS desisti dos golfinhos. Quando em quando vou pra Noronha ou os assisto no Discovery channel. Foi assim que me tornei jornalista, mas não é questão de falta de opção não, foi coisa de anjo da guarda mesmo. Bom, já disse aqui que não gosto de escrever em primeira pessoa, mas é que hoje tenho um motivo especial para isso. Meu querido poeta Amaral Cavalcante esteve aqui em casa e me trouxe a última edição do Folha da Praia. Chega ele, já com o jornal aberto na página da minha coluna. Isso mesmo! Agora sou colunista do Jornal Folha da Praia, primeiro jornal que li na minha vida. Estou sem caber dentro de mim de orgulho. Parece que foi ontem que entre uma onda e outra na praia da “Cinelândia”, disputava aos empurrões com as amigas o jornal que era distribuído assim, ao fim da tarde, à beira-mar. Será que fica feio se eu confessar aqui que é o único jornal que leio por completo, da capa à contra capa? Mas é verdade. Os outros são os outros com algumas partes que me interessam, os destaques, alguns articulistas, como também, não nego, alguns cadernos onde só leio a legenda das fotos. Mas o Folha leio todinho, assim que chega em minhas mãos. O ponto negativo é ter que esperar um mês para ler o próximo exemplar. Coisa que dá pra resolver, não é Poeta? Que engraçado, queria trabalhar no mar e agora tenho uma coluna no Folha da 'Praia'... coisa de anjo da guarda. Escrito por Grace
às 20h08 |
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CAPRICHOS DO PROCURADOR É inusitada a peleja travada entre comerciantes da Paia de Aruana e Ministério Publico Federal de Sergipe. A sociedade sergipana assistiu, perplexa e assustada, o desfecho dessa injusta querela. Diversos atores sociais, principalmente jornalistas, manifestaram-se na imprensa as suas indignações contra o absurdo que se configurou numa das mais arrogantes investidas daquele poder que, em nome de defender a sociedade, acaba se voltando contra ela. Mas alguns fatos precisam ser esclarecidos, para que a população entenda o que é que existe de pano de fundo nesta história e que a outra parte jamais irá contar. Em 2000, após uma reunião festiva em uma mansão nas dunas da Aruana, casa da americana Caroline, com a presença de algumas figuras importantes de vários poderes, interessados na valorização da área, ficou decidido acabar com os bares da praia naquela localidade. Orientados, criaram uma associação de moradores para provocar o Ministério Publico Federal. A partir desta data, o procurador Paulo Jacobina iniciou um processo, com uma postura pessoal e no mínimo estranha, chegando em reunião com vários órgãos, inclusive com o prefeito de Aracaju, na época João Augusto Gama, o procurador dirigiu-se a mim de maneira agressiva e disse: “Eu vou derrubar o seu bar”, no caso o Botequim.bom.br. Criando, entre os presentes, uma situação vexatória, um sentimento de constrangimento. Não fosse a turma do deixa disso com o tradicional: calma Jacó, que é isso Jacó, deixa disso Jacó, pro home se aquetá, eu teria tomado uns catiripapos. O professor Jorge Carvalho levantou e disse em meu ouvido “cuidado Tonho Leite o homem é faixa preta”. Aí é que eu tremia de medo: o homem babava de raiva, na sala dele, e faixa preta. Eu ia apanhar e muito. Por diversas vezes o procurador repetiu esta cena, não somente comigo, mas com outros companheiros donos de bares da Aruana, com virulência, criando um ódio, uma obsessão. Alegava o Sr. Paulo Jacobina que se tratava de área de preservação ambiental. Por coincidência, concomitante com a tenaz resistência do procurador, no que se referia ao Aruana, varias mansões foram construídas em dunas por todo litoral sergipano, inclusive na própria Aruana, que hoje possui um prédio de 12 andares e um condomínio da casas nas dunas em frente aos bares que foram derrubados. Na verdade a idéia era demolir os bares deixando a área livre para novos empreendimentos. Este argumento de que os bares estavam invadindo uma área de preservação ambiental, é querer subestimar a inteligência da sabedoria. O IBAMA, que em principio dizia ali ser área de preservação, reconheceu em documento, no decorrer do processo, não ser mais aquela era área de preservação, depois da construção da rodovia. Porque será que o Ministério Público Federal considera os Bares da Aruana como uma ocupação ilegal, uma agressão ao meio ambiente, e não enxerga situações berrantes, verdadeiros escândalos como o Bairro Jardins e o seu Parque Tramandaí, as mansões nas dunas na Praia do Saco, os grandes bares das praias da Sarney, recentemente o Hotel Star Fish construiu uma piscina dentro do mar, além de diversas construções sem o menor respeito ao meio ambiente? Porque sempre dois pesos e duas medidas? A quem interessa a retirada dos bares da Aruana? Qual o benefício para a sociedade, seja de ordem econômica ou ambiental? Qual o beneficio para os pais de família que dali tiravam o sustento?. É isto que o Ministério Público Federal quer? Tenho certeza que não. Tenho certeza que nas suas atribuições não constam atitudes prepotentes desta natureza. Tenho certeza que não permite sadismo de membros diante do choro de oprimidos perdedores. Gargalhadas em contraponto com uma profunda tristeza. Os últimos bares destruídos pelas maquinas do Ministério Publico Federal, protegido por forte esquema policial, Bombeiros, armas de grande potencia da Policia Federal, eram bares considerados dos mais equipados da orla de Aracaju. E eu pergunto: quem vai pagar o prejuízo? Apelo para que o Ministério Público Federal, órgão do qual a sociedade sempre espera lisura em seus julgamentos, reveja este processo e corrija este ato de injustiça cometido por alguns dos seus membros. Seria uma forte demonstração de grandeza que a sociedade saberia muito bem enxergar no órgão que ela tem como seu maior protetor. Antônio Leite Proprietário do Botequim.bom.br Escrito por Grace
às 00h38 |
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Fui truculento, joguei bombas de efeito moral em crianças e mulheres grávidas, mas tive meus motivos e estou amparado pela lei. Olha como sou bonzinho: depois de morder eu assopro! Estão todos devidamente alojados, cadatrados, alimentados, a vida é bela, o céu é azul, as estrelas brilham, os sinos dobram, lá, lá, lá... Escrito por Grace
às 21h45 |
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Escrito por Grace
às 22h30 |
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O HOMEM, A LENDA, O MITO Corre em todo o mundo uma lista com fatos inerentes ao ‘grande herói’ Norris. Os atuais acontecimentos nos obrigam a trazer de volta a lista, copiada descaradamente do Kibe Loco (www.kibeloco.com.br). Muito cuidado ao encontrar essa fera por aí. Vejam porque: 1 - As lágrimas do Chico Norris curam o câncer. O problema é que ele é tão macho que não chora nunca. Nunca! 28 - Chico Norris uma vez tomou um vidro inteiro de pílulas para dormir. Elas fizeram ele piscar. Escrito por Grace
às 22h30 |
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Escrito por Grace
às 17h18 |
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Escrito por Grace
às 00h39 |
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Um fato inédito na história do menor Estado do Brasil despertou a indignação da população Sergipana. Na última segunda-feira, 02, o deputado Estadual e líder do governo na Assembléia, Francisco Gualberto (PT), ameaçou com um facão o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos do Município de Aracaju (Sepuma), Nivaldo Fernandes, alegando legítima defesa. Se eu tivesse visto a cena não acreditaria no que meus olhos estariam vendo. Dá pra imaginar Francisco Gualberto, armado de facão correndo atrás de alguém em plena luz do dia num dos cruzamentos mais movimentados de Aracaju? Surreal! Eu já tinha dito anteriormente e volto a repetir: o deputado petista deveria pedir autorização à secretária de Estado da Comunicação, Eloísa Galdino, para participar dos cursos de qualificação da secom... Quem sabe assim ele não teria manchado brutalmente sua imagem. E Gualberto pode dar as explicações que quiser pois nada justifica que um representante do povo saia correndo atrás de quem quer que seja com um facão na mão. Ô Gualberto, trate de pedir desculpas ao povo viu? Imagine uma criança vendo uma cena dessas? Não, perdão pela redundância mas, realmente, não dá pra imaginar. Surreal mil vezes.
Se todas as pessoas que se sentem ameaçadas fizessem isso, o dono da casa de produtos agrícolas, onde o deputado diz ter adquirido a arma branca, já estaria milionário. Eu, por exemplo, sinto que a saúde dos filhos das servidoras públicas estaduais foi ameaçada quando os nossos queridos deputados negaram licença-maternidade de seis meses para suas mães alegando que isso seria inconstitucional... e a lista é grande. Só o fato de viver em uma cidade onde quem não tem cerca elétrica em casa não dorme em paz já é uma ameaça. De quem é a culpa por eu me sentir tão insegura? Será que devo comprar um facão? Escrito por Grace
às 00h38 |