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Blog com notícias e artigos sobre o que acontece em Sergipe e no Brasil. Atualizado pela jornalista Grace Melo. Formada em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo e pequisadora na área de Assessoria de Comunicação e Imprensa.
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grace.melo@uol.com.br
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Você ainda não ouviu falar no Blu-ray Disc ou BD para os mais íntimos? Atualize-se, pois o seu velho aparelho de DVD está prestes a se aposentar. Com o avanço da pirataria e o baixíssimo custo dos aparelhos de reprodução, o mercado já não vê a hora de livrar-se dos DVD’s e trazer definitivamente a novidade para a vida da população mundial. Todos os que ouviram falar da nova tecnologia ficam a se perguntar qual o seu formato, só que, neste quesito, o BD não vai impressionar ninguém. É exatamente igual ao velho CD, com seus 12 centímetros de diâmetro. Resistente a arranhões e à gordura, o BD também tem como principal diferencial do DVD a sua capacidade de armazenar dados. Enquanto um DVD dupla camada tem capacidade de armazenamento de até 8,5 Gigabites, o Blu-ray Disc alcança os 54 giga. Então o consumidor se pergunta: e eu com isso? Não adianta fugir, pois, dentro em breve, o dvd deverá ser definitivamente substituído pela nova tecnologia que trás, juntamente com a maior capacidade de armazenamento, altíssima definição de som e imagem. Atualmente o Blu-ray player custa entre dois e quatro mil reais. Um filme em formato BD, cerca de cem reais. Quem quiser unir o útil ao agradável pode comprar um play station 3 de presente para o filho: o aparelho também roda BD. Lembram que, quando foi lançado, o DVD player custava mais de dois mil reais? Nada mal esperar um pouco mais não é? Escrito por .
às 01h03 |
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Escrito por .
às 02h12 |
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Em minha última coluna no jornal Folha da Praia, denunciei o crime que está sendo cometido na praça Fausto Cardoso. A prefeitura fechou com tapumes por conta da reforma impedindo o tráfego de pedestres no lado em frente ao Rio Sergipe. Existem postes e outros obstáculos que impedem um cadeirante de passar por ali. Agora vá você e estacione o carro em cima da calçada pra ver o que acontece! Escrito por .
às 21h57 |
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Escrito por .
às 21h53 |
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Existe uma
série de comentários a serem feitos aqui para apresentar esse vídeo: que Déda é
desafinado, que os adversários políticos deveriam estudar melhor suas armas, que
as criancinhas de Estância presentes nesse momento vão virar head-bangers, mas,
a única coisa a dizer é: roubei o post do blog Meu Papagaio. Impagável! Será que
o objetivo de quem postou o vídeo no youtube era justamente fazer com que isso
se transformasse em marketing viral? Se foi, os blogueiros caíram. Bom trabalho.
Escrito por .
às 12h06 |
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“O São João está para o nordestino, assim como o Natal está para o resto do Brasil”. Do jornalista Evaristo Costa, apresentador do Jornal Hoje, durante a apresentação de sua maratona no São João do nordeste Escrito por Grace
às 16h15 |
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FORRÓ CAJU Nunca fui freqüentadora assídua do Forró Caju, ia uma vez a cada ano só para dizer que fui, mas este ano achei tudo melhor e já perdi as contas de quantas vezes passei por lá: organização, segurança, etc. Só tem uma coisinha na programação que está destoando da festa: as atrações Marcelo Déda e Edvaldo Nogueira. Esses dois, como cantores, são excelentes administradores públicos. E ainda tem quem critique o aprendiz de Frank Sinatra, Roberto Justus. FORRÓ CAJU II Gosto muito do cantor Alceu Valença e do seu repertório, mas nunca pensei que o show dele fosse tão ruim, pelo menos foi o que constatei este ano. O cara não cantava uma música inteira, enrolava o tempo todo e ainda saiu criticando as bandas de forró “eletrônico”. Prefiro o forró tradicional, mas ontem, no show da Banda Cavaleiros do Forró, não teve enrolação não. Tocaram muito, do começo ao fim. FORRÓ CAJU III Falando em Cavaleiros, ontem, na coluna do colega Cláudio Nunes, saiu uma crítica a respeito da banda cearense ser o destaque no jornal nacional que iria mostrar o Forró Caju ao vivo. Fiz, inclusive, um comentário concordando que deveria ser mostrada uma atração local, mas mudei de idéia. Infelizmente, se não tivesse uma banda de forró eletrônico, a massa não iria comparecer... O forró caju seria vendido como um show freqüentado por meia dúzia de gatos pingados. Assim que se encerrou o show elétrico, a multidão debandou. Triste realidade. Escrito por Grace
às 15h53 |
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Sexta-feira, no forró caju, após o termino do show da banda Calypso o locutor anunciou aos papais forroseiros que duas crianças, uma de dois e outra de quatro anos, tinham sido encontradas trancadas dentro de um carro. Foi pedido aos ‘responsáveis’ que pegassem as crianças no conselho tutelar. Escrito por Grace
às 14h47 |
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CAJU, ARARA, CARANGUEJO, PARAGAIO E POLÍTICA Quando comecei a escrever no blog, o assunto predominante era política. Acompanhava tudo o que acontecia em nosso Estado e publicava diariamente uma seleção do que julgava importante e de interesse público mas tenho me afastado do tema porque, as vezes, a ignorância parece ser o melhor caminho quando começamos a nos sentir escravos da deprimente sensação de impotência diante dos abusos a que o povo pobre é submetido. Panins et circensis, vamos nos distrair. Todo jornalista recém-formado pensa que vai mudar o mundo, mas a fase é transitória. Prefiro outros assuntos, a não ser que Francisco Gualberto volte a correr atrás de alguém com seu facão, ou faca, foice, serra elétrica. Aí eu não vou resistir e farei mais foto-montagens. Escrito por Grace
às 00h39 |
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Revirando o baú de memórias e relendo o texto sobre a minha profissão, lembrei o porque da efusiva paixão por esse belíssimos animais. Há cerca de 20 anos atrás, aportou em Aracaju um show itinerante com golfinhos e focas amestradas, coisa que jamais se repetiu. Eram os “Golfinhos de Miami” que nadavam numa enorme piscina, rodeada de uma arquibancada instalada no estacionamento em frente ao hiper Bompreço São José. Esta que vos escreve teve a honra e o privilégio de assistir aos inesquecíveis malabarismos dos animais mais ‘inteligentes’ do planeta (ficou estranho, mas deu pra entender né?), ganhei chaveirinho emborrachado em formato de golfinho que tinha guardado até dia desses, e não queria ir embora do lugar quando o espetáculo terminou. Aguardei ansiosamente o retorno de Flipper e Sissy a cada ano, mas eles nunca vieram. Tadinhos, imaginem golfinhos presos em uma piscina grande suficiente para que não morressem e pequena suficiente para caber em um grande caminhão, rodando pra lá e pra cá nas estradas brasileiras. Foto tirada na Africa do Sul, em Durban, durante um campeonato de surf. O campeonato teve de ser interropido porque os golfinhos insistiam em brincar nas ondas e não deixavam o pessoal surfar. Escrito por Grace
às 00h09 |
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O jornalista Cleomar Brandi nos enviou o seguinte e-mail: Colegas e amigos Recentemente, o nosso noticiário da Aperipê TV recebeu uma crítica infundada e contundente na página do Cinform assinada por Josailto Lima. Usei meu direito de resposta, que foi publicado. No entanto, tomei um susto ao ler a publicação, pois, em toda minha vida jornalística, nunca vi um direito de resposta ser "editado", "castrado" em algumas frases. Assim, para manter a linha ética do jornalismo viva, envio para todos o texto completo. Abração, Cleomar Segue então o direito de resposta sem edições a seguir: “Caro editor Algumas regras deveriam ser básicas para qualquer jornalista que faça do princípio da verdade o seu norte, leste ou sudeste. Assim, somente criticar um jornal impresso se for um seu leitor assíduo. Ou, o que é o caso, criticar um noticiário de tv se também for um telespectador constante. Fora disso, qualquer crítica vai se perder na aleivosia, que é irmã gêmea do jornalismo rasteiro. Surpreendeu-me uma nota publicada na última edição do Cinform, quando se diz que “O jornalismo da Aperipê TV anda rimando com omissão... a rede tem apresentado um jornalismo chapa branca, pautado na cobertura de eventos oficiais e matérias água-com-açúcar... o caso da dengue é o mais gritante... o noticiário não dá uma linha sequer sobre o famigerado mosquito... ainda dá tempo de fazer uma materiazinha” e por aí vai. Lá adiante, o editor se pergunta: “Será que é o espírito DIP da Rede Brasil permeando a “cabocla” rede local? Bem, primeiramente, “cabocla” com muito orgulho, morena com muito zelo. Segundo: aqui na Aperipê não fazemos “materiazinha”. É por isso que estranhamos tais críticas maledicentes, justamente na semana em que fomos comunicados, pela Rede Brasil, de termos sido a emissora com grande volume de matérias, produzidas pela equipe de Jornalismo da Aperipê TV, em rede nacional. Ou seja, mais ou menos duzentas inserções de matérias que foram assistidas em 23 estados da Federação. E o mais interessante nisso tudo é que, na cobertura diária que fazemos da cidade, foram muitas as matérias que tiveram como pauta justamente a dengue, matérias que foram exibidas em Sergipe e em toda a rede. Pena que as pessoas que criticam não costumem assistir nosso noticiário e nossa programação. Talvez estejam absortos, enlevados com as cenas de “Desejo Proibido” ou na dureza folhetinesca das “Cirandas de Pedras que vicejam por aí. Em nossa redação estão guardadas todas as pautas que fizemos não somente com a dengue, mas também com outros assuntos, como a onda de greve provocada por vários sindicatos e outras manifestações de protesto. Temos tudo isso em papel pautado e copiado em nossos arquivos. Talvez fosse de bom alvitre que o nobre editor se dignasse a nos fazer uma visita, provar um cafezinho, assistir algumas dessas matérias. Talvez isso resgatasse a memória perdida de quem não quer reconhecer o esforço de uma equipe de jornalismo. Uma pena. Quanto ao mais, tudo! Afinal, nessa terra, as pessoas sabem quem é quem no jornalismo Cleomar Brandi Diretor de Jornalismo (com muito orgulho) da Aperipê TV” Escrito por Grace
às 16h31 |
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Não sei porque escolhi ser jornalista. Certo ano, acho que no primeiro semestre de 2001, me matriculei no vestibular da Unit para Arquitetura. Adoro desenhar, mas odeio matemática. Acordei tarde, perdi a hora do concurso e a aquitetura ficou pra trás; coisa de anjo da guarda. O que eu queria mesmo era trabalhar no mar, fazer bacharelado em biologia para me especializar em biologia marinha e estudar os golfinhos. Quando soube que teria de estudar anatomia e futucar os cadáveres da UFS desisti dos golfinhos. Quando em quando vou pra Noronha ou os assisto no Discovery channel. Foi assim que me tornei jornalista, mas não é questão de falta de opção não, foi coisa de anjo da guarda mesmo. Bom, já disse aqui que não gosto de escrever em primeira pessoa, mas é que hoje tenho um motivo especial para isso. Meu querido poeta Amaral Cavalcante esteve aqui em casa e me trouxe a última edição do Folha da Praia. Chega ele, já com o jornal aberto na página da minha coluna. Isso mesmo! Agora sou colunista do Jornal Folha da Praia, primeiro jornal que li na minha vida. Estou sem caber dentro de mim de orgulho. Parece que foi ontem que entre uma onda e outra na praia da “Cinelândia”, disputava aos empurrões com as amigas o jornal que era distribuído assim, ao fim da tarde, à beira-mar. Será que fica feio se eu confessar aqui que é o único jornal que leio por completo, da capa à contra capa? Mas é verdade. Os outros são os outros com algumas partes que me interessam, os destaques, alguns articulistas, como também, não nego, alguns cadernos onde só leio a legenda das fotos. Mas o Folha leio todinho, assim que chega em minhas mãos. O ponto negativo é ter que esperar um mês para ler o próximo exemplar. Coisa que dá pra resolver, não é Poeta? Que engraçado, queria trabalhar no mar e agora tenho uma coluna no Folha da 'Praia'... coisa de anjo da guarda. Escrito por Grace
às 20h08 |
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CAPRICHOS DO PROCURADOR É inusitada a peleja travada entre comerciantes da Paia de Aruana e Ministério Publico Federal de Sergipe. A sociedade sergipana assistiu, perplexa e assustada, o desfecho dessa injusta querela. Diversos atores sociais, principalmente jornalistas, manifestaram-se na imprensa as suas indignações contra o absurdo que se configurou numa das mais arrogantes investidas daquele poder que, em nome de defender a sociedade, acaba se voltando contra ela. Mas alguns fatos precisam ser esclarecidos, para que a população entenda o que é que existe de pano de fundo nesta história e que a outra parte jamais irá contar. Em 2000, após uma reunião festiva em uma mansão nas dunas da Aruana, casa da americana Caroline, com a presença de algumas figuras importantes de vários poderes, interessados na valorização da área, ficou decidido acabar com os bares da praia naquela localidade. Orientados, criaram uma associação de moradores para provocar o Ministério Publico Federal. A partir desta data, o procurador Paulo Jacobina iniciou um processo, com uma postura pessoal e no mínimo estranha, chegando em reunião com vários órgãos, inclusive com o prefeito de Aracaju, na época João Augusto Gama, o procurador dirigiu-se a mim de maneira agressiva e disse: “Eu vou derrubar o seu bar”, no caso o Botequim.bom.br. Criando, entre os presentes, uma situação vexatória, um sentimento de constrangimento. Não fosse a turma do deixa disso com o tradicional: calma Jacó, que é isso Jacó, deixa disso Jacó, pro home se aquetá, eu teria tomado uns catiripapos. O professor Jorge Carvalho levantou e disse em meu ouvido “cuidado Tonho Leite o homem é faixa preta”. Aí é que eu tremia de medo: o homem babava de raiva, na sala dele, e faixa preta. Eu ia apanhar e muito. Por diversas vezes o procurador repetiu esta cena, não somente comigo, mas com outros companheiros donos de bares da Aruana, com virulência, criando um ódio, uma obsessão. Alegava o Sr. Paulo Jacobina que se tratava de área de preservação ambiental. Por coincidência, concomitante com a tenaz resistência do procurador, no que se referia ao Aruana, varias mansões foram construídas em dunas por todo litoral sergipano, inclusive na própria Aruana, que hoje possui um prédio de 12 andares e um condomínio da casas nas dunas em frente aos bares que foram derrubados. Na verdade a idéia era demolir os bares deixando a área livre para novos empreendimentos. Este argumento de que os bares estavam invadindo uma área de preservação ambiental, é querer subestimar a inteligência da sabedoria. O IBAMA, que em principio dizia ali ser área de preservação, reconheceu em documento, no decorrer do processo, não ser mais aquela era área de preservação, depois da construção da rodovia. Porque será que o Ministério Público Federal considera os Bares da Aruana como uma ocupação ilegal, uma agressão ao meio ambiente, e não enxerga situações berrantes, verdadeiros escândalos como o Bairro Jardins e o seu Parque Tramandaí, as mansões nas dunas na Praia do Saco, os grandes bares das praias da Sarney, recentemente o Hotel Star Fish construiu uma piscina dentro do mar, além de diversas construções sem o menor respeito ao meio ambiente? Porque sempre dois pesos e duas medidas? A quem interessa a retirada dos bares da Aruana? Qual o benefício para a sociedade, seja de ordem econômica ou ambiental? Qual o beneficio para os pais de família que dali tiravam o sustento?. É isto que o Ministério Público Federal quer? Tenho certeza que não. Tenho certeza que nas suas atribuições não constam atitudes prepotentes desta natureza. Tenho certeza que não permite sadismo de membros diante do choro de oprimidos perdedores. Gargalhadas em contraponto com uma profunda tristeza. Os últimos bares destruídos pelas maquinas do Ministério Publico Federal, protegido por forte esquema policial, Bombeiros, armas de grande potencia da Policia Federal, eram bares considerados dos mais equipados da orla de Aracaju. E eu pergunto: quem vai pagar o prejuízo? Apelo para que o Ministério Público Federal, órgão do qual a sociedade sempre espera lisura em seus julgamentos, reveja este processo e corrija este ato de injustiça cometido por alguns dos seus membros. Seria uma forte demonstração de grandeza que a sociedade saberia muito bem enxergar no órgão que ela tem como seu maior protetor. Antônio Leite Proprietário do Botequim.bom.br Escrito por Grace
às 00h38 |
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Fui truculento, joguei bombas de efeito moral em crianças e mulheres grávidas, mas tive meus motivos e estou amparado pela lei. Olha como sou bonzinho: depois de morder eu assopro! Estão todos devidamente alojados, cadatrados, alimentados, a vida é bela, o céu é azul, as estrelas brilham, os sinos dobram, lá, lá, lá... Escrito por Grace
às 21h45 |
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Escrito por Grace
às 22h30 |