Blog com notícias e artigos sobre o que acontece em Sergipe e no Brasil. Grace Melo é formada em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Universidade Tiradentes. Cursou pós-graduação em marketing na Universidade Federal de Sergipe e é Especialista em Assessoria de Comunicação e Imprensa pela Fanese. Atualmente trabalha como editora do Caderno Correio Correio Imóveis, do Correio de Sergipe e é Colunista Social do jornal Folha da Praia.

Contato: grace.melo@uol.com.br





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A penúltima balsa

Ontem estava voltando da Praia do Forte com Marcelo quando resolvemos pegar a maldita balsa em Terra Caída até Porto Cavalo pra economizar tempo. Quando chegamos lá, que grata surpresa (NOT) foi saber que não tinha mais nenhuma balsa pra fazer a travessia? Voltamos pra linha verde, pegamos a BR etc, etc. Isso era pouco mais de cinco horas da tarde em plena segunda-feira de carnaval. Fiquei indignada, pensando no absurdo, na falta de respeito aos sergipanos e blá, blá, blá. Daí lembrei que dentro de poucos meses a Ponte Gilberto Amado estará concluída e não tive nem um pouquinho de pena daquele que presta o pior serviço da história desse estado. No carnaval 2012 vou pra Bahia sem precisar passar por nenhuma BR e nem pegar balsa. Fiquei feliz.



Escrito por Cajueiros e Papagaios às 11h43
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Feliz Dia da Mulher

Recebi hoje essa linda mensagem da Heloisa Helena e quero dividir com todos vocês.

Bjos

 

Dia Internacional da Mulher... são muitas histórias para explicar o surgimento da data...das mulheres socialistas nas ruas do leste às lutadoras operárias americanas tecelãs de tecido lilás!

As histórias de agora também são muitas... parecem mesmo aquela que Galeano contava de uma antiga mulher de imensa saia cheia de bolsinhos, em cada um deles papeizinhos que ao serem retirados ressuscitavam esquecidos e mortos e todas as andanças do bicho humano.

Queiramos ou não em cada uma de nós recontamos as muitas histórias de outras mulheres espalhadas pelo mundo... no silêncio da neve ou da solidão, nas dunas do deserto ou do mar, nos sertões ou nas cidades, na imensidão das florestas ou das pedras cortadas pelos rios... Afinal, sorrisos e lágrimas são mesmo iguais em qualquer lugar do mundo!

A nossa Coragem vem lá das negras guerreiras que foram açoitadas, marcadas com ferro em brasa, penduradas em ganchos de ferro que lhes atravessavam as costelas, mas nada foi capaz de impedi-las de lutar a gloriosa – mesmo que nem sempre vitoriosa - luta da liberdade!

A nossa Intuição vem lá das índias – lobas, corujas, águias, ursas, beija-flores... – decifradoras dos mistérios das matas, florestas, caatingas... colhendo as folhas de todos os remédios e seguindo as estrelas com seus filhos pendurados dividindo leite com outros bichinhos!

A nossa Liberdade vem de muitas mulheres... brancas, negras, gordas, magras, novas, antigas, de todas as religiões ou sem nenhuma delas... livres e ousadas para usar o mais vermelho dos batons e sair mundo afora como mestras das artes do encantamento... ou livres e ousadas de cara lavada feito lírios dos campos e ostentando as rugas talhadas pelas dores do tempo!

De nada valerá a inveja entre nós... a vã tentativa de apagar na outra o brilho que gostaríamos de ter. De nada valerá a perseguição implacável às outras... reproduzindo as línguas cínicas, machistas e maldosas que condenam nas mulheres o que nos homens aplaudem.

Somos todas igualmente mulheres andarilhas e lutadoras do povo ou condenadas nas prisões domésticas olhando a vida pelas brechas das suas janelas... Somos todas donas do nosso amor e do nosso corpo ou vendidas com a alma dilacerada e a auto-estima destruída... Somos todas em cada uma de nós... em tristezas, alegrias, amores, segredos dolorosos, fraquezas inconfessáveis...apenas Mulheres... e Grandes Mulheres... untadas nos perfumados óleos de ternura e fúria... ostentando as cicatrizes que as lágrimas deixaram na alma como sinais sagrados das suas lutas... colhendo flores e frutos e semeando Vidas nesta maravilhosa experiência de ser Mulher!

Beijos!

Heloísa Helena



Escrito por Cajueiros e Papagaios às 11h29
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Ajuda às vítimas das chuvas em Alagoas

Solidariedade

Sensibilizada com a situação das centenas de famílias que ficaram desalojadas por conta das fortes enchentes que tem assolado os Estados de Alagoas e Pernambuco nas últimas semanas, a Norcon, através do projeto ‘Construir Sonhos’, está realizando mais uma campanha, como a ocorrida em Aracaju, de arrecadação de donativos entre seus colaboradores da matriz e filiais da BA, AL e PE, clientes e imobiliárias parceiras. O objetivo é arrecadar materiais de primeira necessidade, a exemplo de roupas, cobertores, travesseiros, colchonetes, material de higiene, fraldas, leite em pó e alimentos não perecíveis. Como se trata de uma campanha extensiva ao público, quem quiser contribuir, basta procurar um dos postos de arrecadação até o dia 16. Em Aracaju, os postos de arrecadação são o Escritório Central da Norcon, localizado no bairro Getúlio Vargas, Espaço Norcon Decide, no bairro Jardins, estandes Norcon-Decide e imobiliárias parceiras: Decide (Jardins) Alcance (em frente ao Shopping Jardins), Valor (Av. Augusto Maynard) e Cohab (Av. Francisco Porto).



Escrito por Cajueiros e Papagaios às 20h53
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Inquietude, Platão, Deus, coisas...

 

Não me lembro de tanta inquietação em minha vida há muito tempo... Acho que desde o tempo em que tentava obrigar Marcelo a casar que... (ops), brincadeira. Sério agora! Espera, ansiedade, inquietação, dúvidas, questionamentos, necessidade de direcionamento, coisas com as quais não tinha contato há muito, muito tempo mesmo.

A iminência da partida voltou para a gaveta temporariamente; as prioridades perderam a vez e tiveram que voltar para o fim da fila (será?); parte do meu eu que precisou ficar lá quietinho no canto da parede, de castigo, cansou da mediocridade e volta a crescer de forma monstruosa, menos radical, mas forte como nunca. Preciso gritar, mas ainda não recuperei a voz. Quero escrever, mas as palavras antes fortes e carregadas de sinceridade estão enferrujadas e pouco a pouco começam a pedir socorro, a voltar à tona.

Mundo louco esse que a gente vive. Hoje me sinto como um daqueles seres do Mito da caverna de Platão, ainda presa aos grilhões e pensando que tudo sabe até encontrar a verdade verdadeira, o conhecimento. Este, só vem por meio de um caminho longo, complexo. Mas vamos lá, passo à passo, paciência. Fico por aqui com a lembrança de um recente tweet de um tuiteiro qualquer que questionava: “O que você fez da sua vida hoje que realmente fez diferença de forma positiva na vida de alguém”?

 



Escrito por Cajueiros e Papagaios às 00h40
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Cartas à Paulo Barbosa. Anselmo Góis, do jornal O Globo

Paulo do Bem

Eu já cheguei naquela fase da vida que a gente anda, para cima e para baixo, com o bolso cheio de remédios. É hora então, de preparar o ouvido e o coração para as coisas que o médico vem contar- desagradáveis, quase sempre. É comum nesta fase da vida ser atingido com telefonema, até mesmo de madrugada, trazendo má notícia.

Outro dia, voltando de uma viagem, soube da morte do economista e jornalista Paulo Barbosa de Araújo. Foi uma paulada. Perdi um amigo querido. Poucas pessoas eu conheci - nesta estrada da vida, que já dura 51 anos - tão idealista e generosa como ele. Amava e lutava pelo próximo nos pequenos gestos do dia a dia. Era um intelectual inquieto preocupado com os desencantos do universo - mas muito fixado pela idéia recorrente de tirar Sergipe do atoleiro econômico e social - Paulo era do bem.

Ele foi meu colega na Gazeta de Sergipe no agitados anos sessenta. O jornal era uma universidade de jornalismo impresso em tinta e papel. O "reitor", Orlando Dantas, era um filho da elite que resolveu romper com o atraso. O jornal fazia a terra tremer.

Não tinha rabo preso. Travava todo dia uma batalha campal contra a roubalheira no setor público. Esbanjava jornalismo.

Debaixo dessa liderança se forjou uma redação de peso. Dela fazia parte, entre outros, Ivan Valença, Paulo Barbosa, José Rosa de Oliveira Neto, Macepa (António Lopes), José Carlos Monteiro, Nino Porto e Chato (Carlos Alberto de Jesus). Chato morreu cedo. Era uma espécie de Cazuza do Jornalismo. Espírito rebelde, tinha uma inteligência fulgurante - capaz de fazer bonito numa redação do Rio e de São Paulo.

O comando da tropa estava com Ivan Valença. Era de todos nós o jornalista mais completo. Acho mesmo que ele foi o principal responsável pela modernização da imprensa sergipana. Antes dele os jornais locais eram meio panfletários.

Atento à revolução gráfica que vinha ocorrendo no Jornal do Brasil Ivan valorizou na Gazeta o texto claro, limpo, bem apurado e bem escrito. Ele me deu régua e compasso. Com ele aprendi os primeiros macetes da profissão.

Outro professor foi o Zé Rosa. Ele tinha no meu tempo uma presença bissexta na redação. Mas foi o meu guru. Em minha juvenil soberba ameaçava ler a obra completa de Karl Marx e Engels. Coube a Zé Rosa aplicar um choque de humildade. Antes de voar alto eu tinha de conhecer os livros de nativos como Graciliano Ramos ou Amando Fontes. Outra feita fez com que eu recusasse um emprego de assessor da  Galeria Álvaro Santos - sem sair da Gazeta. "Jornalismo não pode ter bico no governo", sentenciou em 1966 - numa época em que este tipo de promiscuidade era aceita até nos grandes jornais nacionais.

Já Paulo Barbosa tinha um faro profissional privilegiado. Quando o homem pisou pela primeira vez no chão fino e poroso da lua, foi dele a idéia de me mandar para a periferia da cidade para repercutir, aquela odisséia no espaço, com o povo simples e inculto. Na Aracaju de 1969, ninguém acreditava. Aquilo era visto como uma coisa de satã. Uma blasfêmia que poderia apressar o fim do mundo. Aposto que uma idéia dessa num jornal como o A Folha de São Paulo, por exemplo, seria capaz de arrebanhar prêmios.

P.S. Um beijo pesaroso para Osa Araújo, Paulo Mário e George Marcelo.

Ancelmo Gois Jornalista



Escrito por Cajueiros e Papagaios às 13h48
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Carta de Luiz Eduardo Costa ao amigo Paulo Barbosa

Para Paulo, um Réquiem e uma Ode à alegria.

Vivemos, e, se não bastasse o tempo que vai marcando a contagem regressiva até o dia do encontro inevitável com aquela inexorável e ceifadeira senhora, morremos também, quando pessoas a quem amamos se vão indo, e, certamente, levam pedaços do que somos, parcela daquilo que o ser humano não consegue construir sozinho, porque é o resultado dos sentimentos compartilhados: alegria, tristeza, esperança, coragem, decepção, solidariedade. Esses fiapos da existência, que a amizade, a convivência, ajudam a juntar.

Assim, o ser humano não é o eu isolado, sozinho, mas, certamente, o resultado somado daqueles fiapos recolhidos. Há pessoas que passam pela vida tendo a extraordinária capacidade de distribuir esses pedaços, que se vão juntar a outras pessoas. Por isso, quando partem, se tornam mais pranteadas, tornam a sua ausência mais sentida.

Paulo Barbosa de Araújo foi uma dessas pessoas, e os pedaços de coragem, de esperança, de dignidade, de solidariedade, que ele deixou em cada amigo, ainda mais forte na sua mulher Osa, nos seus filhos Paulo Mário e George, tornam a sua passagem pela vida, a faina incansável de um semeador.

Houve um golpe em Botswana, no Malavi, na Croácia, na Bósnia?

Paulo ficava a preocupar-se.  Estariam respeitando os direito humanos? Seriam repressores os novos donos do poder?

A distância dos fatos não lhe diminuía a preocupação, aquele sentimento solidário de um humanista que se comovia e se indignava com a injustiça e a dor, onde elas estivessem. As suas fronteiras eram globalizantes para o humanismo e também, rigorosamente restritas, no seu nacionalismo de brasileiro, que sonhou, desde a década cinquenta, um país construído com a dignade da soberania e solidariedade  indispensável da justiça social. Sofreu por isso, continuava sofrendo agora, diante do festim de crápulas em que se vai transformando a vida pública brasileira.

Um dos pedaços que Paulo Barbosa de Araújo deixou engastados hoje naqueles que o conheceram, foi, sobretudo, a sua crença em um mundo melhor, por isso, foi solidário, por isso, lutou, como jornalista, como professor, como economista, como servidor público, como ser humano, que, em meio a todas as decepções, dificuldades, nunca perdeu a grande alegria de viver.

Quase no fim, plantava árvores, terminava de escrever um livro.

Para Paulo, não basta um réquiem, cantemos, também, a Ode a Alegria, aquele final feérico da Nona de Beethoven que é esperança, força, jubilo, reafirmação da vida.

 

Luiz Eduardo Costa - Jornalista

(Publicado no Jornal da Cidade em 16/01/2000 e no livro Petróleo: Porque Sabotado?)



Escrito por Cajueiros e Papagaios às 22h27
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Projeto Tamar em Sergipe

Taí um excelente programa para quem é fã do projeto Tamar, para quem é fã de Sergipe! Muito bom!



Escrito por Cajueiros e Papagaios às 10h36
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A GENTE SOMOS INÚTEL?

Muitas pessoas têm mania de supervalorizar coisas que são inúteis para suas vidas. Aliás, a maioria das coisas que fazemos e com as quais nos preocupamos são sim, inúteis. Digo isso porque estava aqui lembrando de um desses episódios longínquos da minha existência, em que fui chamada para trabalhar no núcleo de rádio da campanha do ex-governador João Alves Filho. O que eu tinha que fazer era produzir notas, textos curtos e enxutos para os programas, além de, eventualmente, ir para a rua colher depoimentos das pessoas.

Quem já trabalhou em campanha sabe que esse ‘eventualmente’, se transforma em sempre e mais alguma coisa. Passei então a sair todos os dias ir falar com o povo em vários locais da capital predefinidos pela minha chefe na época, a jornalista Marta Mari, por quem eu sempre tive uma grande admiração.

Pois bem. Houve uma hora em que eu comecei a cansar daquilo tudo. Primeiro: imaginem a dificuldade em uma pessoa querer dar um depoimento pró-João naquela campanha em que Déda venceu em primeiro turno? Era difícil, mas eu conseguia e os depoimentos, muitas vezes, não eram utilizados. Estava chato, estava difícil, estava cansativo, a cobrança era muito grande e estavam me pagando muito mal: R$ 2.000,00 para a campanha inteira. E eu ainda ajudava o pessoal da TV sem receber nenhum centavo a mais por isso. A pessoa desempregada se sujeita a certas coisas viu? Um dia era mercado, outro orla, aposentados no centro, ambulantes, mas chegou uma hora que eu não queria ir colher depoimentos dos barraqueiros da Atalaia e pedi pra sair.

Sabem o que foi que aconteceu? Todos os meus colegas da época vieram me dizer, alguns anos depois, que minha ex-chefe me acusou de estar saindo da campanha porque eu era espiã de Marcelo Déda, porque eu era uma ‘vermelha’ infiltrada na campanha de João. É isso o que acontece com as pessoas no dia a dia. Você trabalha, se dedica, faz de tudo para ajudar e o que recebe em troca é uma senhora facada bem dada nas costas.

Eu tive dois grandes motivos para não ter aceitado o emprego na épocae não segui meu instinto: primeiro, o pagamento péssimo; segundo: que os donos da produtora pediram ‘educadamente’ que meu marido, que tinha ido no local me buscar, se retirasse do estúdio de gravação e esperasse na recepção. Onde ele não pode entrar eu também não entro e vice-versa a não ser que nós tenhamos feito algum acordo anterior em relação a isso: viagens a trabalho, etc. Mesmo assim fiquei no emprego para não deixar Marta na mão. Já viu dizer que quando ver alguém morrendo termine de matar? Foi o que eu senti quando me contaram as acusações que ela me fez.

Acredito que todos, à época, tenham concordado com ela também (não se façam de santos) e gastaram muito tempo das suas vidas pensando quanto o PT tinha pago para eu espionar lá na produtora. Pelo menos me tiraram por agente especial, espiã, quase uma 007 do agreste.  Mas o que eu queria dizer mesmo é que hoje vejo que esse episódio não teve importância nenhuma em minha vida. E eu vi depois que não deixei de admirar Marta por isso. Fiquei com raiva quando soube? Fiquei. Mas tudo na vida é aprendizado e o evento me ensinou a utilizar meus pensamentos de forma mais útil ao próximo.

Resolvi escrever isso aqui hoje porque tenho sentido a mesma acusação de forma discriminatória partindo de outras pessoas, mas estou calejada e sei que não devemos supervalorizar o dito alheio porque, um dia, a verdade acaba aparecendo.

Hoje acredito que não devemos gastar nosso tempo tentando provar nada a ninguém ou com preocupações inúteis à cerca do que dizem ou o que pensam de você. Isso é perda de tempo.  O que importa realmente são nossos atos verdadeiros, a forma como nos relacionamos com o mundo a nossa volta, nossa dedicação ao trabalho, às nossas famílias e amigos, tudo feito de coração e sem esperar nada em troca, para que o amor e a dedicação não se transformem em decepção. Carpe Diem!



Escrito por Cajueiros e Papagaios às 14h33
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LIBERDADE DE CABRESTO

 

 Por Marcelo Alves

 

Existem certas coisas que eu não consigo entender em nosso Brasil. Uma delas é que todos acreditam estar diante de uma das maiores democracias do mundo. Mas eu pergunto: será? Você realmente acredita que vivemos em uma democracia? Então vamos pensar um pouco.

Imagine que você é um cidadão comum como eu e que tem interesse em contribuir com o desenvolvimento do Brasil. Você tem idéias coerentes e quer tentar melhorar as coisas e, pensando em fazer uma mudança significativa em um país tão grande vai perceber que precisa entrar na política para que suas ações possam se concretizar.

 Será que você, um cidadão honesto e unicamente interessado no bem da sua pátria ganharia uma eleição? Será? Provavelmente não.

Um país só poderia ser considerado livre quando o povo pode escolher livremente seu representante (candidato) e isto não acontece aqui. Sempre se alardeia que seu voto é livre, mas vou lhe provar que não é!

Em todas as eleições pode-se constatar que quem ganha é aquele que tem mais tempo na TV, que faz as melhores alianças, é aquele que recebe doações milionárias para suas campanhas. Muito provavelmente você não será este candidato, afinal, está chegando agora e com certeza não vai sentar na janela.

O que eles querem é que você acredite que seu voto é livre, mas você é induzido a votar naqueles que tem mais propaganda, que está mais em evidencia, mais panfletos, aqueles que são mais vistos.

Isto é fato: a maioria vai votar naqueles que gastam mais e o candidato que não tem dinheiro, fatalmente também não ganha eleição. E se você discorda de mim, diga quando e onde no Brasil um candidato sem dinheiro e sem os conchavos políticos que lhe rendem mais tempo na tv, rádio e doações, ganhou uma eleição para prefeito ou governador, por exemplo.

Penso que seria mais justo e correto se todo candidato tivesse o mesmo tempo nos meios de comunicação e tivesse a sua disposição o mesmo dinheiro que todos os outros candidatos. Seriam candidatos patrocinados pelo próprio governo e que todos tivessem a sua disposição o mesmo capital para investir em publicidade.

Outro ponto importante são as alianças políticas. Um certo partido se coliga com outro com interesses para serem cobrados após a eleição, como a divisão de secretárias e outros favores mais escusos. Não seria mais justo que os partidos fossem impedidos de montar essas coligações? Ou concorre com seu candidato próprio ou não concorre.

Assim, todos teriam as mesmas chances de ganhar e ao ser eleito não deveria sua cabeça aos políticos aliados. O Político poderia governar livremente e assim colocaria em suas secretárias pessoas competentes pra exercerem tais cargos. Quem sabe assim o futuro político do Brasil não teria um rumo diferente?

            No meu ponto de vista, partidos que se coligam são partidos sem identidade, partidos oportunistas que fazem qualquer coisa para estar no poder e desta forma mostrando seu total descaso com o povo. Como pode um partido que sempre criticou o outro, de uma hora pra outra se aliar a ele? Será que isto é ético? E um candidato que na eleição passada criticava e até discutia com o outro agora se junta com ele pra pedir votos. Se aquele candidato era ruim pro povo na eleição passada, agora ele se tornou bom? No meu ponto de vista isto tudo é muito sujo.

Assim eu acredito que todos teriam a mesma chance de ganhar, tendo direitos iguais, independente de conchavos políticos, do seu poder financeiro e das doações, que, é claro, seriam proibidas. Essas depois são cobradas ao cidadão a peso de ouro, mas isto é outro papo que em breve abordaremos.

 

 

Marcelo.jaas@uol.com.br



Escrito por Cajueiros e Papagaios às 20h33
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ME APRESENTANDO

Caro leitor, meu nome é Marcelo, sou casado com a jornalista Grace Melo, tenho forte admiração pelo poder da escrita e me considero um cidadão consciente que, assim como muitos outros, fica indignado diariamente com as injustiças praticadas contra o povo do nosso país, um povo bastante sofrido e que paga muito por seus direitos básicos. Direitos que são desrespeitados por aqueles que deveriam os assegurar.

Em virtude destas minhas indignações resolvi escrever um pouco sobre tudo que vejo todos os dias. Aproveitando que o blog está um pouco inativo, peço licença a vocês para postar aqui minhas criticas, anseios e pensamentos. Peço ainda que perdoem os eventuais erros e, ao mesmo tempo, quero pedir que comentem sempre os temas de seu interesse. Quem também tiver interesse em publicar algo, pode enviar. Divulgaremos com prazer.

 

Um grande abraço a todos

Marcelo

marcelo.jaas@uol.com.br



Escrito por Cajueiros e Papagaios às 20h31
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B-A-B-O-S-E-I-R-A D-E P-U-X-A-S-A-C-O

Bom, eu não sei como é que eu ainda perco meu precioso tempo respondendo baboseiras, já que tenho muito o que fazer, mas vou responder o comentário do leitor TUBARãO (claro que ele não se identifica porque a beateira que escreveu foi tão grande que nem poderia se queimar colocando o nome certo). Querido leitor, neste video abaixo, você está vendo alguém crucificar os governadores? Você viu alguma critica neste vídeo??? Se você viu, me mostre onde foi, soletre, porque eu não vi. Aliás, fui eu quem fiz o vídeo e, assim como os governadores, eu e minha família (como todos os bons mortais merecem) estávamos na croa tomando sol e uma cervejinha também. E eu, com a filmadora ligada, iria perder uma oportunidade dessa? Vai tomar um banho Tubarão, em vez de ficar postando baboseira no blog alheio. Tem gente que no afã de puxar o saco dos políticos com unhas e dentes consegue deturpar o indeturpável. Ninguém merece! Desanimado



Escrito por Cajueiros e Papagaios às 14h11
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O vídeo mais mais

Advinhem qual é o video de Marcelo Déda mais assitido do Youtube com mais de 6.000 acessos? E o lhe que o segundo-lugar (vídeo da posse) tem apenas 1178 exibições. 



Escrito por Cajueiros e Papagaios às 11h14
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Amaral fala da importância de Carmelita Fontes



Escrito por Cajueiros e Papagaios às 11h10
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O que me tira do sério

Hipocrisia, injustiça, abuso do poder e arrogância me tiram do sério. Como diz my husband, quer conhecer uma pessoa? Dê a ela o poder. Gente, que absurdo! Eu nunca acreditei que pessoas detentoras de cargos públicos pudessem se considerar super-homens ou super-mulhees, ou super-humanos. Nem vou fazer aqui nenhum comparativo com o amado Cristopher porque todos sabemos das limitações da carne. Hoje tá tudo bem, e quem sabe se amanhã não dou um tropeção no banheiro e já era! Acabou-se Grace Melo, acabou-se fulano, já era sicrana?! Mas é isso. Pensamos que iremos viver até os 90, fazemos planos toscos e sem sentido, as vezes as pessoas agem com arrogância e pensam que são melhores que alguém... Qual o quê meu filho(a)? A não ser que você vá para um crematório, o bicho vai pegar, literalmente, todo mundo e do mesmo jeito. A única coisa que se leva ( e daí eu já entro nas minhas crenças pessoais) é o que se faz de bom, ou de ruim, para o próximo.

Deixando a morbidade de lado por dois segundos, preciso dizer que pareço estar em uma fase de transição. Realmente, não tenho tido saco para os absurdos que tenho testemunhado, lido, assistido etc. As mentiras, as vingancinhas ridículas, as papagaiadas, marketing, ódio, etc. Cansei sabia? Quando estudamos jornalismo, pensamos que podemos fazer algo para mudar o que está errado. Mas, e quando a gente informa e ninguém liga? E quando nada é feito para reverter a merda? Tem gente morrendo. Morrendo de fome, de falta de cuidado, de falta de segurança, até de depressão por perseguição. E eu não consigo assistir a tudo isso passivamente, de  camarote. Três opções: fazer de conta que não é com você e sorrir; ir embora; tentar lutar contra o que está errado. Fico com a alternativa B, porque a "C" não funcionou e para a "A" não tenho estômago. Em breve estou indo embora e, definitivamente, jamais voltarei a derramar uma lágrima pelas coisas trágicas que tenho vivido e acompanhado por aqui. COmecei a ter ciência do que é a verdadeira política há muito pouco tempo e foi suficiente para decidir que certo está o nosso anjo encarnado, Almir do Picolé. Quer entender? Vá lá no semáforo e pergunte a ele sua opinião sobre a política e os políticos.

Ponto final, desabafei. Bom carnaval pra vocês porque eu vou é me anestesiar assistindo o Big Brother. Ou vai querer dizer que a composição de chapas é mais importante do que a vitória de Marcelo Dourado, o tosco? Fui! Sem twitter por enquanto, para não receber RT'S de pessoas metidas a reis e rainhas da cocada preta. Ninguém merece. 



Escrito por Cajueiros e Papagaios às 01h24
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No mesmo nível

Interessante as manchetes dos jornais de hoje.



Escrito por Cajueiros e Papagaios às 14h52
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