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Blog com notícias e artigos sobre o que acontece em Sergipe e no Brasil. Grace Melo é formada em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Universidade Tiradentes. Cursou pós-graduação em marketing na Universidade Federal de Sergipe e é Especialista em Assessoria de Comunicação e Imprensa pela Fanese. Atualmente trabalha como editora do Caderno Correio Correio Imóveis, do Correio de Sergipe e é Colunista Social do jornal Folha da Praia.
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grace.melo@uol.com.br
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Interessante as manchetes dos jornais de hoje.
Escrito por Cajueiros e Papagaios
às 14h52 |
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Caríssimos amigos,
Gostaria de informar a todos que desde o último mês de outubro estou à frente da coluna Social do Jornal Folha da Praia. Para quem não conhece, o alternativo circula mensalmente, está prestes a completar 30 anos de circulação e tem como editor ninguém menos que o poeta Amaral Cavalcante, que atualmente concorre a uma vaga na Academia Sergipana de Letras (e vai ganhar, sem nenhuma dúvida). Dentre os muitos colaboradores de renome, estão Marcelo Déda, Silvio Santos, Paulo Lobo, Antônio Passos, Luciano Correa, Dílson Ramos, Gilson Sousa, Sales Neto, o próprio Amaral, além da reunião dos melhores tópicos de blogs do Estado. Todos contribuem para a publicação ímpar, de leitura indispensável e distribuição gratuita em pontos estratégicos da capital. O jornal de novembro está imperdivel e deverá estar circulando nos próximos dias com a segunda edição do “Grace Melo – Social”. Peço que me enviem notinhas, releases, fofocas, fotos e sugestões para publicação. Meu e-mail continua sendo o grace.melo@uol.com.br e meu twitter: @jornalistagrace Quem tiver interesse em anunciar na minha página entre em contato com Amaral através do e-mail: folha.da.praia@terra.com.br
Mais uma vez agradeço a atenção, o apoio e a colaboração de todos. Não percam a próxima edição!
Grande abraço,
Grace Melo – Jornalista Profisisonal Escrito por Cajueiros e Papagaios
às 00h12 |
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O mico de José Andrade
Hoje me pautei para fazer uma matéria sobre o passeio da PM na Bélgica. A historia que vou contar aqui é baseada em fatos reais e está sendo divulgada mais pela situação cômica do que por maldade. Quem me conhece sabe que jamais faria isso, mas a coisa foi tão trágica que ficou cômica. Andrade, perdão, mas eu não podia deixar de contar essa para os leitores do blog.
Cláudio Nunes provou hoje em sua coluna que o tal torneio de futebol na Bélgica, era coisa sem nenhuma importância e serviu mais como uma viagem de turismo do que um campeonato em si. Pois bem. Ligo para o assessor do Banese, José Andrade, e peço informações sobre o tal patrocínio do Banese Card ao time da PM etc. Ele pediu que eu ligasse à tarde. À tarde então eu liguei, a telefonista me transferiu e José Andrade atendeu.
-Alô... -Oi, é Grace, do Correio de Sergipe... -Ah, eu já falei com ele (Saumíneo, presidente do Banese), ele não quer falar sobre o assunto, a repercussão vai ser negativa. Faça o seguinte, diga a ela (eu, no caso) que eu estou em uma reunião no auditório e com o telefone celular desligado... Mande ligar mais tarde... -(...) -(...) -Sim Andrade, mas aqui quem está falando É a própria Grace. Você quer que eu coloque na matéria que você mandou sua secretária dizer que você estava em reunião para não me atender? kKKkKKkkKKkKK -ôoo, sim...errrr, hum... pois é né... -kkkKkkkkkkkKkkkKkkkKKkKkk Escrito por Cajueiros e Papagaios
às 21h53 |
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Por Dilson RamosA notícia passou por mim e deixou dúvidas a serem resolvidas. Liguei para o meu editor, o poeta Amaral Cavalcante, para tirar o assunto a limpo. - Vai mesmo concorrer a uma vaga na Academia Sergipana de Letras? Soube disso e confesso que fiquei surpreso, indaguei ao telefone. O beat Amaral confirmou: um grupo de amigos, intelectuais dos quatro cantos desta cidade, decidiu que era a hora é a vez do editor do Folha da Praia vestir o fardão. Amaral, que sempre abre as páginas da democrática Folha da Praia para as novas gerações, merece tamanha honraria. Aliás, sua presença fará bem à Academia Sergipana de Letras. A vetusta associação de escritores precisa de um poeta da estirpe do velho beat, carece da literatura renovada e escorreita que ele nos concebe em noites ínsones e regadas a vinho francês, precisa dos contos que não escamoteiam quando falam de uma Simão Dias às vezes lúgubre, às vezes cheia de vida. É um bafejo de renovação que deixará dona Thétis Nunes (a quem pertencia a cadeira) satisfeita onde estiver. Essa candidatura não é de Amaral. Não lhe pertence mais. É um aposta que seus amigos, seus entusiasmados leitores e colaboradores do Folha da Praia fazem por uma Academia renovada. O fardão cai bem em Amaral. Será uma homenagem a um intelectual que tem nas mãos o polvilho da produção cultural.´ Para quem ainda não leu a prosa rica e simples, delicada e cheia de particularidades do poeta, roubo dois parágrafos do conto "À luz dos candeeiros", publicado no site do jornal Cimform, onde Amaral é colaborador assíduo e irregular (como é este blogueiro aqui). "Doutor Celso vai trazer luz de Paulo Afonso! Que nada, era promessa de coronel. Tanta luz pra quê? Perturbar o xiriri das cigarras, quando de tardinha anunciavam chuva nas palmeiras da praça? Desesconder segredos nos oitões, apagar estrelas? Carecia não. Um velho motor zuadento bufava, de vez em quando, na praça do Hospital, e sua inconveniência, arrancando das tripas coração, acendia, aqui ali, um fifó elétrico nos postes. Era o que bastava. De noite, Simão Dias acendia suas Pletomax, nas casas vetustas, ou era mesmo no candeeiro ? doce bolota de luz alumiando as calçadas ? que a cidade se via. Noites gostosas de escuridão e frio. Terá sido daí, do querosene inalado, do penumbrento lusco-fusco que nos aguçava o tino, que nos tornamos únicos? Ou foi a elegância dos capotes, as lanternas de pilha recortando as ruas ? cada indivíduo um farol de holandesas mesuras ?, o boa-noite indistinto nos contrafortes dos becos, respeitoso, desconfiado? Algo noturno fez da minha cidade uma aldeia do mundo, eis que somos assim, simãodienses". Escrito por Cajueiros e Papagaios
às 18h52 |
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Por J.A.A.S*
Queridos amigos, somos brasileiros sofredores com um sonho sempre latente: o de uma vida melhor. Não paramos nem nos prostamos diante as dificuldades; lutamos sempre perseguindo o intento de sermos mais felizes e termos uma vida melhor. No nosso País muitos são sofredores que quase não têm o que comer. Imagine como deve ser difícil ter seus filhos, saber que eles estão com fome e não ter o que oferecer-lhes? Esta meus amigos, ainda é a dura realidade de muitos brasileiros, em sua maioria crianças.
Há algum tempo foi lançado em nosso país um programa que até hoje é contestado por muitos que não devem ter conhecimento de causa, nunca passaram pelo que estes brasileiros passam, este programa é o famoso “Bolsa Família”, muito criticado e tido como eleitoreiro. Será mesmo que ao lançar o tal programa o presidente da república estava pensando em eleição? Será que ele foi tão ‘visionário’ a este ponto? Não acredito, mas acho que muita gente tem opinião diferente, eu prefiro acreditar na verdadeira intenção do presidente em ajudar aqueles brasileiros dos quais falei no começo deste texto, porque com certeza muitos deles hoje têm algum alimento na mesa graças ao Bolsa Família.
Este plano não vai conseguir resolver o problema da fome em nosso país, mas está ajudando muitos brasileirinhos a se alimentarem melhor. Mas, infelizmente, com o passar do tempo o contexto do plano realmente tem sido alterado e virou algo que mais parece mais uma ferramenta utilizada para o governo se perpetuar no poder.
Se a intenção não é ser eleitoreiro, porque, às vésperas da eleição o valor do benefício foi aumentado? E acima dos índices da inflação? Pois é: há pouco tempo o tal programa recebeu aumento, é aí que vem as dúvidas na cabeça dos críticos que ganham então toda razão em criticar.
Críticas a parte: não já seria a hora do governo se desvincular do bolsa família e entregar a administração do plano a um órgão do governo, uma secretária, uma ong ou sei lá, mostrar que não tem interesse em usar o plano como uma forma de se manter no poder vitaliciamente. Na verdade o plano está sendo usado sim! O mais grave de tudo isto é que nenhum órgão se manifesta, ninguém toma uma atitude, será realmente que isto é legal?
Esqueci de comentar que nós brasileiros também somos o povo mais conformado da face da terra. Por muito menos outros povos quebram o país inteiro. Vamos nos conformar com o poder vitalício dado ao PT, afinal de contas é isto que vi acontecer.
*Leitor do Blog Escrito por Cajueiros e Papagaios
às 22h56 |
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Estou enjoada. Imagino que ainda existe meia-duzia de queridos leitores fiéis (Amaral, sei que você é um deles) que abrem esta página em busca de algo novo sem jamais encontrar. Está lá, a tal carta à senhora Grace. Queria responder à altura o senhor da carta abaixo, adoro escrever quando estou indignada, a escrita flui, a coisa anda, sempre gosto do resultado. Tenho as respostas na ponta da língua, mas estou sem fôlego. É como se tivesse nadado, nadado e nadado sem sair do lugar. Às vésperas de chegar à praia me afoguei. Quero escrever sobre uma coisa, mas vou esperar Saulo voltar de Santa Catarina se não, estrago a surpresa. Não quero pensar em saúde, segurança, Marcelo Déda, João Alves, José Sarney, Aloísio Mercadante, Heloisa Helena... Não quero ver a cara de Fátima Bernardes, nem a de Ana Paula Padrão essa semana. Estou aqui a zapear de canal em canal em busca de alguma paisagem Tahitiana com ondas perfeitas e céu azul. Essa semana sou como uma ferramenta em desuso. Muito pode fazer, mas está encostada em algum canto empoeirado. Semana que vem retorno, quando algum acontecimento feliz ou infeliz me tirar dessa catarse. Escrito por Cajueiros e Papagaios
às 17h47 |
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Cara senhora, Confesso que não compreendi essa sua indignação do voto dado pelo Dr. Carlos Ayres Brito (como se fosse o único) pela não obrigatoriedade do diploma de jornalista para exercer a profissão. Até mesmo porque, a função do juiz não é satisfazer grupo A ou o Grupo B, e sim julgar determinadas questões. Talvez o maior equívoco tenha sido o da senhora mesma, quando na faculdade assinara uma folha demonstrando o desejo de ver um sergipano (por isso não suporto bairrismo) no STF e com isso achava que poria alguém que "defenderia os seus interesses". Juizes não defendem, julgam, e julgam de acordo com sua interpretação da lei e de sua consciência. Se a senhora ficou decepcionada com o Dr. Carlos ficará também com 100% dos juízes, pois certamente em algum momento eles darão um voto contrario do qual a senhora concordará ou discordará. Isso é óbvio, inevitável. Quanto propriamente à questão do diploma não ser obrigatório para escrever ou até mesmo fundar um jornal, me trouxe outras lembranças que até o momento eu não li e nem vi nenhum jornalista fazer qualquer observação, que é a seguinte: Fernando Moraes, Ruy Castro, Pedro Bial (só para ficar nesses e aqui no Brasil, mas o fenômeno é mundial) todos jornalistas, no entanto escrevem livros sobre biografias históricas sem nenhuma formação em história. O Fernando Moraes já foi muito criticado por não ter metodologia, do qual ele respondeu: "Lá em casa está tudo bem resolvido, a minha mulher é que é historiadora eu sou jornalista". Ele está certo. Explique-me, por que um jornalista pode dar uma de historiador, mas um historiador não pode dar uma de jornalista? A senhora, por exemplo, pode dirigir um filme ou uma peça de teatro sem ser formada em cinema ou dramaturgia ou ainda fazer música sem formação. O Dr. Draúzio Varela é um excelente cirurgião, e no entanto demonstrou um ótimo escritor com "Carandiru". A profissão de jornalista é importante, sim. Mas, não é especial. Eu compreendo até a preocupação da classe em se sentir ameaçada por outros "profissionais", entretanto há profissionais bons e ruins em qualquer classe. Mas o competente quando percebe que a concorrência vai aumentar ele se prepara mais. Não sei, talvez o jornalista sergipano, nem todos, é claro, pense que liberdade de expressão seja uma locução qualquer de uso exclusivo dos jornalistas, mas a senhora como esta fazendo o curso de letras português/inglês certamente vai perceber que a linguagem não tem dono ela é de todo nós. Atenciosamente, João Ulisses de Melo Filho P.S.: Sugiro que a senhora abandone a esperança em Heloisa Helena, ora, uma parlamentar que agride seus colegas em plenário (agora em Maceió) não merece confiança (certamente como jornalista e bem informada que a senhora é, já deve saber disso). Escrito por Cajueiros e Papagaios
às 16h31 |
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Peça publicitária criada por Marcélio Couto - Contatos: (79) 3255-3476 // 9946-1474 Escrito por Cajueiros e Papagaios
às 16h51 |
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Hoje pela manhã o secretário de Estado da Saúde, Rogério Carvalho, falou um pouco sobre os casos de gripe suína confirmados em Sergipe: “A gripe suína não é nada além de uma gripe. Está comprovado que ela é de baixa letalidade. Os casos que evoluíram para óbito eram de pessoas que, se tivessem uma gripe comum ela poderia ter uma evolução, um desfecho ruim. Foram casos de pessoas muito doentes, de pessoas com várias patologias, casos em que a gripe (H1N1) foi só um complicador. Aqui em Sergipe nós temos quatro casos confirmados e em tratamento, mas está tudo sob controle”. Escrito por Cajueiros e Papagaios
às 22h54 |
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Escrito por Cajueiros e Papagaios
às 14h37 |
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Podemos dizer que foi de grande proveito a manifestação dos jornalistas ontem na assembléia legislativa. Um grande numero de profissionais e estudantes marcaram presença e conseguiram chamar a atenção não só dos deputados estaduais, mas de outras autoridades que estavam presentes para premiar um ministro com o título de cidadão sergipano. Os profissionais conseguiram se fazer ouvir e muito provavelmente medidas deverão ser adotadas para reverter esta situação de precariedade. Uma manifestação que me chamou bastante atenção e que quero parabenizar foi do Portal Infonet que pediu a compreensão de seus leitores por não publicar notícias por uma hora: das 15h às 16h de ontem, 22. Os jornalistas do veículo foram participar do protesto e conseguiram seu intuito que foi o de “chamar atenção da sociedade para os prejuízos que esta mudança poderá trazer, a exemplo de falta de compromisso e responsabilidade com a informação divulgada” (Infonet). A presença de cada estudante, de cada profissional ali presente foi de extrema importância para que, quem sabe, nossa profissão possa manter o rumo, para que seja exercida por profissionais comprometidos com a ética e com a qualidade no que se divulga e de que forma se divulga. Escrito por Cajueiros e Papagaios
às 14h23 |
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A equipe de Ginástica Rítmica do Instituto Dom Fernando Gomes representará Sergipe no Campeonato Internacional de Ginástica Rítmica que acontecerá no período de 30 de junho a 04 de julho, na Bulgária. Seis ginastas disputarão títulos nas categorias: pré-infantil, infantil e juvenil individual corda, mão livre, bola e arco. No pré-infantil: Bruna Santos e Allana Thaís, infantil: Jéssica Oliveira e Larissa Hellen e juvenil: Simara Santos e Juliana Santos. O grupo tem como patrocinador oficial a empresa Bomfim que, segundo a técnica Mônica Fontes, foi imprescindível para a participação da no evento. “Graças a Bomfim e o apoio da secretaria de Estado de Esporte e Lazer, iremos realizar o sonho dessas meninas”, enfatizou a professora. Escrito por Cajueiros e Papagaios
às 14h00 |
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O artigo “Carta a Heloisa Helena” repercutiu bastante. Recebi inúmeros e-mails de pessoas (jornalistas ou não) indignados com o ocorrido. Vou postar aqui alguns ocultando apenas os nomes dos destinatários.
“Se fosse no meu tempo, os estudantes de comunicação estariam explodindo coisas”.
“Oi, Grace! Boa tarde,
“Acho que o pior momento foi quando Gilmar Mendes disse que o jornalismo se assemelha a culinária...terrivel. Com essa frase ele jogou fora a formação necessária ao trato com a infomação e o código ético que rege a profissão. Confunde-se liberdade de expressão com liberade de imprensa. Retorna-se ao conceito inadequado de "dom". Como se pra ser jornalista apenas precisasse nascer com uma dádiva. Coisa de velho mesmo. Parece coisa de vó.Por fim, enfraqueceu uma classe diluindo-a em um caldo repleto de diletantes que se dizem jornalistas e colunistas de fim de semana. Logo logo, Bruna surfistinha vai escrever em alguma coluna de política”.
“Fantástico, Grace!
“Gosto muito de suas posições e admiro o seu talento na escrita, entretanto, acho apressada essa fé que você deposita na Heloísa Helena, os seres humanos são muito parecidos, nem santos, nem demônios, e qualquer avanço civilizatória, se houver, será decorrência da luta e da consciência da sociedade, inclusive a melhoria do padrão dos nossos representantes na política. Lamento repetir um senso-comum, os nossos políticos são a fotografia do nível da consciência política da Sociedade, nem mais, nem menos. Não existem "Messias". Sobre a dispensa de diplomas pelo argumento de que o exercício da profissão de jornalista não necessita de conhecimentos técnicos, o mesmo argumento se aplica ao exercício da advocacia, para ficar próximos aos Ministros, contudo, além do diploma para se exercer a profissão, a corporação submete os pretendentes a um auto-consentimento através da entidade de classe, a OAB, ou seja, mesmo com diploma, a profissão só será exercida com o consentimento da categoria. Além dessas prerrogativas, a Constituição reservou para os advogados a exclusividade na ocupação de vários cargos e funções públicas, uma reserva de mercado abusiva e injustificada, más é fato”.
“Olá Grace! Sempre que posso acompanho seu trabalho. É com as lágrimas escorrendo pela face que te agradeço por tão sincero e profundo desabafo. Também tenho na Heloísa Helena a única imagem de 'político honesto' e compartilho contigo a idéia de que sua máscara caia agora (já que a alma está sangrando, que seja dada outra punhalada). Entrei na universidade em agosto de 2005. Minha turma forma-se agora, eu, por razões diversas ainda terei 2 semestres para cursar. Mas será que ainda vale a pena? Por uma questão ética e pela paixão pelo jornalismo sim. No entanto torna-se mais viável trocar a caneta e o teclado por uma colher de pau. Um grande abraço e boa sorte”.
“Senhora Grace Melo, Faço minhas suas palavras, peço-lhe licença, a priori, por ter lançado sua carta em meu blog. Estou há vários anos na Bahia, sou filho de Lagarto. Gostei do seu desabafo, parabéns”!
“Não é só você que esta decepcionada.... O jornalismo brasileiro está decepcionado. O ministro Gilmar Mendes ainda teve o desplante de comparar o jornalista com um cozinheiro (é só ter aptidão que sabe fazer). É muito desrespeito a uma profissão, aos milhares de jornalistas que se sacrificaram num banco de escola para ser alguém, para ter um diploma, para se capacitar, para dominar a técnica, para conhecer a linguagem jornalística nas suas entranhas e, no final, ser chamado de cozinheiro (com todo respeito ao cozinheiro, mas não estudei para temperar comidas). Enfim, amiga, este é o país que temos, é a justiça que temos, é, também, a imprensa que tempos, pois somos também culpados ao não nos mobilizarmos, ao não criarmos um fato político, ao assistirmos tudo de camarote sentados em frente a um computador escrevendo o que "eles" ditam.
“Parabéns Grace, pelo artigo. Concordo em gênero, número, e grau”.
“Querida Grace, sua indignação é a mesma de tantos outros corajosos que lutaram na vida para ter ao menos um diploma, ainda mais no caso em tela. Lembro-me que tive de trancar meio período na então Faculdade Tirandentes (única que tinha o curso à época) para conseguir vender anúncios do Folha da Praia e pagar o ensino no período seguinte. Era assim e assim eu venci, lutando sofrendo, exigindo que não apenas a vocação fosse levada em conta mas, sobretudo, a formação acadêmica. Quantos profissionais hoje estarão ameaçados?? Quantos órgãos de imprensa irão fechar as portas para os diplomados simplesmente porque poderão contratar qualquer escriba na próxima esquina?? Lamentável sob todos os aspectos esta decisão e, como bem disse, com a colaboração do nosso não menos letrado e jurista Ayres de Brito. Valeu Grace por sua carta, seu desabafo. Abraços e não leve em conta”.
“Grace, você arrasou em sua carta!!! Também sinto o mesmo!!! Isso é uma loucura bem a altura do nosso país! Que Deus nos proteja”!
“Grace divido com vc este mesmo sentimento. na verdade, sinto-me hoje humilhada. minha mãe não tem mais palavras para consolar minhas lágrimas... sugiro que você anexe a este e-mail nomes de outros colegas jornalistas e este texto possa ser enviado ao 'ministro' carlos britto. vai o meu nome no topo da lista caso você aprove a idéia”:
“Grace
“Lí com bastante atenção a sua "missiva" endereçada à Heloisa Helena e sinceramente concordo com tudo que você tão bem expressou na mesma. Infelizmente com o decorrer do tempo (já estou com 64) vamos nos acostumando às punhaladas desferidas por quem nunca esperamos que as desfiram. São simplesmente estarrecedoras as explicações dos nossos "ilustres" Ministros para justificarem os seus votos no sentido de extinguirem uma carreira tão bonita e importante como a de JORNALISTA. Vamos em frente, não vamos esmorecer e pelo amor de Deus:nunca diga "era" jornalista. Orgulhe-se de sua formatura e siga em frente, pois, precisamos muito dos seus escritos. Um cordial abraço”
“Olha, não tenho tempo agora para enviar uma resposta a altura dessa carta. Vou ao médico, depois tenho um material da vereadora para fazer e, mais tarde, é a festinha de São João da minha afilhada. Você, como Jornalista, sabe muito bem como era a nossa vida com a obrigatoriedade do diploma, imagine agora sem... Eu só queria, mesmo sem tempo, que você soubesse que faço minhas as suas palavras. Amei a carta. Desde ontem venho conversando com nossos colegas jornalistas, tentando demonstrar o vazio, mesmo sem tempo pra isso... Quem tem tempo pra vazio no peito? Mas, você conseguiu. Parabéns. É isso, mocinha. Tanto que estudei, tanto que me empenhei para fazer um trabalho diferente... Tanto que pesquisei autores, comunicólogos, métodos de comunicação, WEB 2.0, entre outros, para alguém virar e dizer que Jornalismo é meramente vocação, com necessidade apenas de um curso básico. Foi uma punhalada quase letal ouvir isso”.
“Grace, muito bom o seu artigo. Dele, extraio sobretudo a decepção com Carlinhos. Ele foi longe demais”.
“Grace, Parabéns pelo excelente texto. Infelizmente (ou não) eu não tenho ilusões com Heloísa Helena ou qualquer de seus pares. Porém, de uma coisa estou certo: a melhor saída para o Brasil - ou para os brasileiros - não é o aeroporto. Vamos em frente”. Escrito por Cajueiros e Papagaios
às 09h14 |
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Escrito por Cajueiros e Papagaios
às 23h58 |
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Caros jornalistas,
Estudamos, ralamos muito, já tivemos o menor piso salarial do Brasil, estudamos mais e cumprimos um código de ética, cumprimos as leis que regulamentam nossa profissão. Nos preocupamos com o próximo, vivemos diariamente as mazelas do povo, lutamos por uma sociedade mais justa e igualitária. Somos guerreiros, somos profissionais e precisamos mostrar a nossa decepção e indignação com a decisão do supremo. Na última quinta-feira, durante sessão na Assembléia Legislativa de Sergipe os deputados presentes se disseram contrários a este retrocesso, alguns deles estavam boquiabertos com a decisão. Como aquele foi um dia morno por lá (poucos parlamentares presentes e poucos profissionais de imprensa) o deputado Garibalde sugeriu que aconteça na sessão da próxima segunda-feira uma discussão, um debate entre os parlamentares a respeito do assunto. Semana que vem é a última de trabalho dos parlamentares nesse semestre e precisamos nos fazer presentes. Todos os jornalistas que acabam de ‘perder’ sua profissão estão convidados a comparecer à assembléia legislativa na próxima segunda-feira às 15:00 vestidos de preto e portando nas mãos o símbolo da nossa indignação com a morte do jornalismo no Brasil: uma colher de pau. Ainda existe chance de reverter esta situação, basta que estejamos de braços dados. vejam:
HÉLIO COSTA: PROJETO DE LEI EM PROL DO DIPLOMA. O ministro das Comunicações, Hélio Costa, lamentou nesta quinta-feira a decisão do Supremo Tribunal Federal (STJ) de acabar com da obrigatoriedade do diploma para a profissão de jornalista. Ele defendeu que o Congresso Nacional elabore um projeto de lei contemplando a exigência da formação acadêmica para o exercício da atividade. “O que acontece é que quando há dúvidas essas questões vão parar no Supremo (Tribunal Federal), que decide em cima do histórico jurídico da matéria que é apresentada” afirmou o ministro. Para ele o Congresso deveria discutir essa questão e encontrar um caminho para oficializar a importância do diploma. “Acho que um deputado ou um senador poderia enviar um projeto de lei para ser apreciado pelo Congresso” afirmou.
QUANDO: SEGUNDA-FEIRA, ÀS 15:00 HORAS ONDE: ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DE SERGIPE
Repasse esta informação para todos os jornalistas que atuam em Sergipe e para todos os estudantes de jornalismo. Vamos fazer ouvir a nossa indignação. Escrito por Cajueiros e Papagaios
às 22h36 |